segunda-feira, 2 de abril de 2007

Free Memory

Posted by PicasaTodos temos memória, alguns mais, com mais vontade que outros, vontade de amar algo que seja, de lembrar, de não estar só, de estar maravilhosamente memorável.
Faremos utilmente ou não uso dela, cada um faz o uso que pode e no que pode o que deseja, mas existirá uso mais terno, mais doce, do que a memória de ser, de ter e viver, a memória de um dia conhecer para a quem amamos dizer "foi aqui", que não ficámos na memória, que fomos e existimos ali, naquele local, naquele dia, naquela vida, numa das vidas em vida que vivemos, como uma roseira que dá várias rosas, vários dias, vários anos.
No fim da roseira um dia a terra ficará seca, sem nutrientes, sem alimento, mas em nós ficará a memória, um alimento, não único mas um alimento, que juntar-se-á, a outros fazendo da vida um local rico, vivo, e nunca seco, onde uma rosa sempre nasce, e volta a nascer, uma rosa de várias cores, com várias pétalas cada uma diferente, depostas uma a uma, como pessoas depostas em si em cada mundo e, que exista a sensibilidade de uma rosa com alguma esperança de ser Viva.

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Dream Works

Começamos por acordar e sentir o sono nunca acabado, prosseguimos na fantasia e deparamo-nos com a rua.
A rua onde vamos encontrar o mundo mágico, esse mundo onde podemos trabalhá-los e realizá-los, os sonhos, os nossos sonhos, realizá-los e vivê-los.
Sonhamos a dormir, mas os verdadeiros e favoráveis sonhos são-no acordado, consciente de que sonhamos, de que os fazemos existir na fábrica de sonhos que somos.
Sonhamos tão alto como o puder voar ou tão baixo como puder amar, sonhos diferentes que num só existirão, ao voar poderemos amar, mas ao amar voaremos com certeza.
Alguém sem sonhos é pouco ou nada, um sonho é combustível nato, aprendemos a sonhar e aperfeiçoamos essa aprendizagem, sonhamos inadvertidamente, sonhamos muitas vezes sem saber que o que sonhamos é realmente um sonho, sonharemos sempre e essa fatalidade ou não, far-nos-á, reagir, mexer, correr, falar e sentir, sobretudo viver, isso é tão básico mas tão complexo como a própria capacidade de sonhar.

segunda-feira, 19 de março de 2007

One Night

Numa noite de Domingo, pensava o porquê de estar sozinho, sentia-me sozinho com a casa cheia de gente, não faltava ninguém que estivesse vivo, ninguém que pudesse vir ter comigo beijar-me, estar comigo, mas com isso pensei também que aquele era o momento de todas as noites em que estava sozinho aquela noite era igual a todos as outras em que estava sozinho, sentia-me sozinho, mas queria estar sozinho, aquele era o momento onde mais tranquilamente pensava sozinho, escrevia sozinho ouvia sozinho, o momento em que me sentia bem por estar sozinho, por estar a ler o que escrevia sem ter de assinalar o importante, o necessário, porque não existia necessário, apenas o necessário só...

Strange Things

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A Kiss To Build A Dreamer

Um sonho, um sonhador, um criador e um criado, o sonho criado com uma realidade aparente, uma realidade desejada, o beijo. O beijo roubado, imaginado, realizado saudado, sonhado, são estes beijos que constroem a paixão, esta paixão sonhado.
Partindo do momento que se cria a paixão o beijo é o passo decisivo sublime para se criar um sonhador, alguém sonha com o sentimento que não existe mas consciente disso necessita de assim continuar, continuar a sonhar, a viver um sentimento não recíproco mas que acredita que seja.
Outro dia, outro sol, outra razão para continuar a sonhar, a viver a realidade inexistente mas consciente, não importa, basta um beijo mais para alimentar o sonho, e para continuar feliz, uma verdadeira felicidade num sentimento irreal.

domingo, 4 de março de 2007

The Sun Change Me

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New Day Has Come

Foi iniciada uma remodelação, na forma de existir do blog, e do seu criador, que será traduzida, na nova vida deste blog, alterações em breve.