Como que desentendida sem nunca desprender o olhar,
algo que parece sem o ser, que capta a atenção que parece não querer ter,
olhos marcantes que como mais ninguém, nos conseguem tocar,
e no retoque da paisagem um sorriso que por si só nos faz sonhar.
Percorrendo uma vez mais o horizonte somos atingidos
pelos raios de luz que dela originam, como que pontas soltas que se reúnem
uma vez mais num só e único ser.
By Gonçalo Santos 7/09/2010
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